Aos bancos e às árvores, que guardam histórias de amor, vivas ou não.
Aos becos e aos bares, que guardam, hoje, as flores das histórias e dos amigos.
Às escolas, às carteiras e mesas, hoje vazias, que em si têm histórias que não voltarão mais.
Aos que vieram e foram embora, dedico essas memórias, que por hora não são póstumas.